Armadilha Tecnológica Anti-Dengue
nayara cristina oliveira de souza
beatriz silva viseli
júlia alves da costa
rogerio donizetti de lima - orientador(a)
alex paulo da silva - coorientador(a)
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Etec Rosa Perrone Scavone
Resumo. Em 2024, o Brasil enfrentou a pior endemia de dengue de sua história. E, somente nos cinco primeiros meses de 2025, mais de 1 milhão de pessoas foram infectadas, resultando em um número alarmante de hospitalizações e mortes. O aumento de casos está diretamente relacionado à elevação das temperaturas entre entre 28 °C e 33°C, faixa em que as fêmeas do Aedes aegypti intensificam a procura por sangue para sua reprodução, contribuindo para a expansão da doença e sobrecarga do Sistema Único de Saúde (SUS). Com o objetivo de mitigar essa problemática, nós, estudantes de automação industrial da escola Etec Rosa Perrone Scavone, desenvolvemos uma armadilha tecnológica anti-dengue, projetada em impressão 3D. Nosso dispositivo utiliza uma placa emissora de sons que reproduz as frequências médias das asas do mosquito (56 Hz a 111 Hz para fêmeas e 98 Hz a 179 Hz para machos), atraindo-os por sinais de acasalamento. E para sua eliminação, a armadilha conta com uma raquete elétrica intercambiável, que facilita a manutenção e reduz custos de reposição. Além disso, o sistema é alimentado por uma placa solar, tornando-o sustentável, de baixo custo e replicável em larga escala. A instalação em pontos estratégicos urbanos pode contribuir para a redução significativa da população de mosquitos, diminuindo focos de proliferação e, consequentemente, os riscos de infecções graves, como a dengue hemorrágica. Assim, nosso projeto está alinhado com os ODS 3, 7 e 15 que abordam, respectivamente, saúde e bem-estar, energia limpa e acessível, e vida terrestre.
Palavras-chave: Armadilha ; Endemia; Sustentável .
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